Apenas 10 cadeiras em disputa

Por Wagner Azevedo

A sexta legislatura da Câmara sofreu nova mudança no número de cadeiras. Depois de 15, 14, 12 e 11, o número foi fixado em 10. Não havia, na época, nenhum critério que definisse qual seria a totalidade da composição, daí as inúmeras alterações nas cadeiras. Esse período, que foi de 1969 a 1972, não contou, depois de cinco legislaturas consecutivas, com o vereador Tadafumi Harada e foi marcada pela ascensão de Luiz Salomão Chamma ao cargo de prefeito.

O país vivia um momento conturbado e com aumento da repressão por parte do regime militar. Na cidade, a maioria dos eleitos era da Arena, partido de sustentação da ditadura, e a oposição (MDB) praticamente não existia. Tanto é verdade, que a disputa pela Prefeitura se deu entre dois candidatos da Arena.

Com a fixação das cadeiras em dez, muitos dos que tentaram a reeleição acabaram ficando de fora. Nesta sexta legislatura, de forma contínua, passou-se a eleger dois presidentes, um a cada biênio. Também ficou marcada pela eleição de alguns nomes que não prosperaram na carreira política.

 

Mesa Diretiva

PRESIDENTES:
João Nicolau Chamma Netto (1969 a 1971)
Reginaldo Rogero (1972)

VICE-PRESIDENTES:
Francisco Pinto (1969 a 1971)
Luís Carlos Ribeiro de Camargo (1972)

1º SECRETÁRIOS:
Katsuyoshi Yokomizo (1969 a 1971)
Paulo Kaneichi (1972)

 

PREFEITO:
Luiz Salomão Chamma

VICE-PREFEITO:
Ademar Valter Coimbra

João Nicolau Chamma Netto

 

Reginaldo Rogero

 

Demais vereadores eleitos

  • Ademar Franco da Silveira
  • Aristeu Caetano
  • José Aparecido Cardoso da Silva
  • Manoel Pinto Júnior